Em vão
E quanto desejo arde que não se esvai?
Aqueles que nem de mim pertencem.
Queimam meu trono de luxúria
Me fazem prostituta das circunstâncias.
Cegam meus sensos e negócios
Não sou mais o devasso insólito...
Eu perdi meus personagens morbidos
Agora sou eu que chama, posso?
Solicito as desavenças e descrenças
As bebidas, o veneno, a ilusão
Vou bater na sua porta pela madrugada
Só prá dizer o quanto você me fez ser solidão.

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